domingo, 16 de julho de 2017

Itália (Festa de Casamento na Costa Amalfitana)

Este post retrata apenas uma parte da viagem na qual passamos por diversos países na Europa Oriental e Ocidental. Para ver o roteiro completo, veja a postagem Alemanha, Áustria, Leste Europeu, Grécia, Turquia e Itália

28/05/12
O ferry saiu da Grécia e aportou em Bari, na Itália, e já rumamos para o outro lado da bota... Chegamos à Costa Amalfitana. Subimos a encosta, para chegar à cidade de Ravello. Estava chovendo. Procuramos nosso hotel debaixo de chuva. Almoçamos em uma lojinha de comida. Andamos um pouco na linda vila. Tomamos um café no hotel Vila Maria, olhando uma vista impressionante, que estava especial, porque a nuvem foi dissipando-se como fumaça.

Pela noite, encontramos meus pais e seus primos, e fomos todos comer uma pizza juntos.


29/05/12

Fomos passar o dia em Capri. Antes de pegar a balsa para Capri, andamos um pouco pelas ruelas de Sorrento, em uma feirinha. Comi um delicioso tiramissu. O dia estava lindo, com muito sol. Fomos à Gruta Azul. Pegamos 3 barcos: o catamarã para Capri, um barco médio até a entrada da gruta e uma canoa para entrar dentro da gruta. A cor da água era de um azul estonteante. O barqueiro ia cantando músicas napolitanas, como "Torna a Sorrento", "Caruso", "O Sole mio" etc.

Capri (vila)

Capri (costa)
Voltamos ao porto, pegamos o funicular até a parte alta da cidade e fomos caminhar. Pegamos uma trilha pela costa e fomos até a mansão onde foi gravado o filme "Le Mépris" (O Desprezo) do Jean L. Goddard, com a Brigite Bardot. O lugar é maravilhoso. Avistamos a mansão de cima, mas não entramos.
 



Andamos novamente até a vila e porto. Sentamos em um barzinho no porto e tomamos um vinho com mussarela de búfala e presunto cru. Quase perdemos o barco da volta!

30/05/12

Hoje era o dia da festa de casamento de minha irmã, que se realizaria em RavelloA cerimônia feita pelo Juiz de Paz foi maravilhosa e emocionante, feita em um altar montado em um jardim, à beira do penhasco que dá para o golfo amalfitano. A vista era maravilhosa. A festa foi mágica, ao som de violeiros tocando músicas napolitanas durante o coquetel e, após um delicioso jantar, um DJ animando a pista. 

 



 

31/05/12
Todos cansados e alguns com uma ressaca braba, acordamos tarde. Os sobreviventes da festa da noite anterior se reuniram para um fantástico almoço, regado a mais vinho.



Após o almoço, os noivos partiram em lua de mel e se despediram de nós. Passamos o resto da tarde reunidos, tomando cerveja na praça de Ravello. 



Jantamos mais pizza, no mesmo lugar da primeira noite.


01/06/12
Pela manhã, fui finalmente conhecer a cidade de Ravello. Entrei na Vila Rufolo e conheci os famosos Jardins. 
 
 


 

Entrei, também, na igreja principal da praça, Il Duomo. Os mosaicos retratam o pequeno dragão, símbolo da cidade.


Pegamos o carro e tomamos o caminho de volta para casa. Paramos em Montalcino para tomar um Rosso e comer mussarela de búfala (a melhor que já comemos) e presunto cru. Tivemos uma grata surpresa com o hotel. Era um hotel de agroturismo e o quarto era enorme.  Parecia uma fazendinha.

2/06/12 e 3/06/12
Dirigimos por dois dias, até Paris e pegamos o voo de volta para SP, com escala em Frankfurt.

Turquia

Este post retrata apenas uma parte da viagem na qual passamos por diversos países na Europa Oriental e Ocidental. Para ver o roteiro completo, veja a postagem Alemanha, Áustria, Leste Europeu, Grécia, Turquia e Itália

Continuamos pelas estradas gregas até cruzar a fronteira com a Turquia, chegando, no fim da noite, a Istambul. Fomos ao aeroporto buscar minha cunhada e seu namorado, que acabavam de chegar, vindos do Rio de Janeiro. Mais tarde, uma van veio nos buscar no hotel para jantarmos em um restaurante no bairro de Kumkapi.


 Kumkapı ("porta de areia" em turco) é um bairro de Istambul, Turquia, que faz parte do distrito de Fatih, situado a sudoeste do centro histórico, nas margens do Mar de Mármara. Até a poucos anos o bairro era habitado sobretudo por armênios, que ainda ali têm uma escola comunitária e diversas igrejas. O Patriarcado Armênio de Constantinopla tem também a sua sede em Kumkapı. Durante o período bizantino o bairro era conhecido em grego como Kontoskàlion.

A área é conhecida pelos seus inúmeros restaurantes de peixes. A zona sempre esteve ligada ao mar, mas os restaurantes de peixe proliferaram principalmente depois do fecho do grande mercado de peixe do Corno de Ouro nos anos 1980. O bairro sempre teve muitos meyhanes (tradução literal: "casas de vinho"), pequenos bares de rua onde se consome sobretudo a bebida nacional turca, o raki (aguardente de uva aromatizada com anis), originalmente de armênios. Há quem diga que a tradição dos meyhanes. A zona de restaurantes é muito concorrida e animada por músicos de rua, sobretudo violinistas, clarinetistas e tocadores de tom-tom ciganos. Um dos tipos de música tradicional turca que é possível ouvir-se é o fasil. (fonte: Wikipédia).


20/05/12
Após o café, nós quatro saímos a pé para explorar a cidade. Paramos em alguns mosques, como o Laleli, o Beyazit e a Universidade de Istambul. Fomos então à Mesquita Azul, também chamada de mesquita de Sultanhamed, que fica na frente da mesquita de Santa Sofia. Ela possui 6 minaretes e uma cascata de domos. Foi construída no séc. VI. Seu interior é pintado com detalhes que dão às paredes um tom azulado.
Mesquita Azul
Quando chegamos na praça, o muezzin chamava para a reza, pelo autofalante dos minaretes. O muezzin é uma pessoa, do sexo masculino, que é escolhido e encarregado pelas chamadas para as rezas diárias. Ele deve ter habilidade para recitar o Corão e boa voz, para cantar.



Passeamos na praça Sultanahmed, em frente à Mesquita Azul. No passado, era o local onde estava situado o antigo hipódromo. O hipódromo não existe mais, porém a praça mantém o formato original e no local alguns monumentos antigos, da época em que Istambul era Constantinopla. Constantino e os seus sucessores trouxeram para Istambul alguns monumentos exuberantes para embelezar a cidade. Dentre eles, um obelisco do Templo de Karnak e Luxor, no Egito, datado de 1490 a.c.,  que foi trazido para Istambul pelo Imperador Teodósio no ano de 390. O obelisco, para ser transportado até Constantinopla, teve que ser dividido em três partes. Está sobre um bloco de mármore, que retrata a saga para trazer o obelisco até o local atual.

Depois do Mosque Azul, fomos para a Santa Sofia. Lá pudemos ver alguns mosaicos do período bizantino, quando Santa Sofia ainda era uma igreja cristã, bem como elementos otomanos. Havia um local marcado no chão, onde os imperadores bizantinos eram coroados. No fundo, onde outrora havia um altar, há um mirhab, local que indica a direção de Mecca, para a reza. Havia, ainda, uma exposição de um estilo de arte, de caligrafia árabe, que representa um “retrato falado” do profeta Maomé (já que, pela religião islâmica, não é permitido pintar retratos do mesmo).

Basílica de Santa Sofia



Basílica de Santa Sofia
A Basílica de Santa Sofia, também conhecida como Hagia Sophia ("Sagrada Sabedoria") é um imponente edifício construído entre 532 e 537 pelo Império Bizantino para ser a catedral de Constantinopla (atualmente Istambul, na Turquia). Da data em que foi dedicada em 360 até 1453, ela serviu nesta função, com exceção do período entre 1204 e 1261, quando ela foi convertida para uma catedral católica romana durante o Patriarcado Latino de Constantinopla que se seguiu ao saque da capital imperial pela Quarta Cruzada. O edifício foi uma mesquita entre 29 de maio de 1453 e 1931, quando foi secularizada. Ela reabriu como um museu em 1 de fevereiro de 1935.


Famosa principalmente por sua enorme cúpula (ou domo), ela é considerada a epítome da arquitetura bizantina e mudou a história da arquitetura. Isso porque foi o primeiro domo construído em um tamanho assim grande. Ela foi a maior catedral do mundo por quase mil anos, até que a Catedral de Sevilha fosse completada em 1520. O edifício atual foi construído originalmente como uma igreja entre 532 e 537 por ordem do imperador bizantino Justiniano I e foi a terceira igreja de Santa Sofia a ocupar o local, as duas anteriores tendo sido destruídas em revoltas civis. Ela foi projetada pelos cientistas gregos Isidoro de Mileto, um médico, e Antêmio de Trales, um matemático.

Ela foi a maior conquista arquitetônica da antiguidade tardia e sua influência se espalhou pelo mundo ortodoxo, católico e islâmico. As maiores colunas são de granito, com entre 19 e 20 metros de altura e pelo menos 1,5 metros de diâmetro, tendo a maior mais de 70 toneladas. Por ordens do imperador, oito colunas coríntias foram desmontadas em Baalbek, no Líbano, e enviadas para Constantinopla para a construção de Santa Sofia.

A igreja continha uma grande coleção de relíquias. Ela era o ponto central da Igreja Ortodoxa por quase mil anos. Foi ali que o Cardeal Humberto, em 1054, excomungou o patriarca Miguel I Cerulário, iniciando o Grande Cisma do Oriente, que perdura até hoje. Durante o Saque de Constantinopla (1204), os cruzados latinos vandalizaram itens valiosos em todas as estruturas bizantinas mais importantes da cidade, incluindo os mosaicos dourados de Santa Sofia. Muitos destes itens foram enviados para Veneza, cujo doge, Enrico Dandolo, fora o organizador da invasão e do saque.

Em 1453, Constantinopla foi conquistada pelo Império Otomano sob o sultão Mehmed II, que subsequentemente ordenou que o edifício fosse convertido numa mesquita. Diversos mosaicos foram cobertos por emplastro. Diversas características islâmicas - como o mihrab, o minbar e os quatro minaretes - foram adicionados durante esse período. Ela permaneceu como mesquita até 1931, quando Kemal Atatürk ordenou que ela fosse secularizada, reabrindo em 1935 já como um museu da recém-criada República da Turquia. A Santa Sofia serviu como modelo para diversas mesquitas otomanas, principalmente a chamada Mesquita Azul, entre outras. (fonte: Wikipédia)




Saindo de lá, tomamos um lanche na rua e depois fomos a um café árabe, dentro do mercado, onde tomamos café/chá e fumamos narguile.


Voltamos ao hotel e fizemos o check-out, para pegar um voo para Kayseri, para ir à Cappadoccia. Cruzamos o canal do Bósforo, que liga o mar Negro ao mar de Marmara e adentramos o continente asiático, para pegar o voo do aeroporto que sai deste lado de Istambul.  



Chegando à Cappadoccia, uma van nos buscou no aeroporto e nos levou ao Lalesaray Hotel, na vila de Uschisar, abaixo do Castelo de Uschisar. Procuramos um lugar para comer, mas não achamos, pois tudo já estava fechado. Acabamos tomando uma sopinha no hotel, preparada pelo gentil recepcionista, e tomamos um vinho da Cappadocia.

21/05/12
Pela manhã, tomamos café no terraço do hotel, com uma esplêndida vista da região da Cappadocia. Fechamos um pacote com uma agência local, chamada Yamatours, para nos levar aos pontos de interesse da região. A van nos buscou no hotel e parou na agência, que fica na cidade de Goreme.

Goreme
O primeiro ponto de parada foi o Castelo de Uchisar. Foi utilizado por governantes da região.

Castelo de Uchisar



Depois, fomos ao Goreme Open Air Museum, onde vimos várias igrejas escavadas na pedra, algumas delas, com afrescos preservadíssimos, sempre retratando cenas bíblicas, santos, apóstolos, Jesus e a Virgem Maria. A mais bem preservada é a Dark Church. As igrejas e os afrescos datam do período bizantino, séc. XI e XII. Foram construídas por monges eremitas que fugiam de perseguições contra o cristianismo, por parte dos otomanos.

(Dark Church)




Em seguida, fomos ao Rose Valley, onde pudemos avistar pináculos com uma cor mais rosada, em razão do tipo de solo.

Rose Valley
Almoçamos em um restaurante caseiro. Conhecemos um casal do Kwait, jovem e muito amistosos.
Depois, nosso grupo foi a uma demonstração de como se faz cerâmica (pottery), na vila de Avanos. Fomos a um atelier de uma família, muito renomada por esta arte. Participei da demonstração, fazendo um vaso de cerâmica. A roda era girada pelo pé. Depois fomos obrigados a passar pela lojinha do atelier, claro...


Seguimos, então, para Pasabagi, onde ficam as “chaminés” ou pináculos mais famosos, chamados de “chaminés de contos de fadas”, ou “rochas-cogumelos”.



Fomos, ainda, ao Devrent Valley, para visualizar rochas em formatos de animais. Vimos o “camelo”, o “pinguim”, a “mão” e nossa imaginação nos fez descobrir mais algumas outras.

Por fim, fomos às chaminés ou pináculos “Da família”, que leva esse nome porque os pináculos parecem ser um pai, uma mãe e uma criança.


Voltamos à cidade de Goreme. Demos uma volta na charmosa vila, cujas casas foram construídas entre alguns pináculos e pirâmides. Tomamos um café/chá e fumamos narguile sabor melão. Compramos queijos e vinhos no mercado local e comemos e bebemos na varanda de nosso quarto, olhando a vista e o pôr do sol, ao som do muezzin chamando para mais uma reza diária.

Cappaddocia significa “terra dos belos cavalos”, em persa, fazendo referência à principal atividade econômica da época dos primeiros assentamentos. Fica no planalto da Anatolia, onde viveram grandes civilizações e impérios, como o império Hitita, cuja capital era Hattusa; além do império bizantino; império otomano etc.

Uma grande figura do império Otomano, o Pacha Ibrahim, nasceu nessa região. Ele tornou-se vizir do império, que é o segundo homem mais poderoso, ficando somente abaixo do sultão.

Os pináculos foram formados em razão de 3 erupções vulcânicas (existem 3 vulcões ao redor da região). Cada erupção despejou uma camada de lava diferente, formada por minerais diferentes. A base era a mais resistente (basalto); a intermediária era uma espécie de pedra arenosa (soft tufa); e a última era também mais resistente (lava). O vento e a chuva afetaram essas camadas de forma diferente, provocando erosões maiores ou menores. Eis a razão para o desenho das formações, em forma de pináculos.  

22/05/12
Acordamos às 4h50 da manhã, e fomos fazer o tão sonhado passeio de balão. Apesar do sono, quando chegamos ao local de decolagem, a vista foi mágica. Dezenas de balões coloridos sendo inflados pelo ar quente da chama, dando cor à árida paisagem. As luzes do amanhecer complementavam o cenário, compondo um visual indescritível. 



Pegamos o balão da companhia Anatolia Tours. A decolagem foi suave, dando uma impressão de que estávamos flutuando em um tapete mágico. Subimos até 800 metros. A paisagem era estonteante. O céu estava repleto de balões. A mesma chama que preenchia a grande lona redonda, vermelha e branca, nos aquecia. 












O pouso, por sua vez, não foi tão suave... Descemos do balão e nos foi oferecida uma taça de champanhe. 

Voltamos ao hotel, tomamos café da manhã, deslumbrados com o passeio, avistando alguns balões que ainda voavam. Arrumamos as coisas e partimos, para explorar mais a região. A primeira parada foi o Panorama Valley de Goreme. De lá, pudemos avistar quase o vale todo.



Depois seguimos para a cidade subterrânea de Derinkuyu.  A cidade subterrânea tinha como função servir de refúgio e esconderijo no período de guerras. Começou a ser construída pelos Hititas, que escavaram até o 2º andar subterrâneo, por volta de 3.000 a.C. Séculos mais tarde, por volta de IX d.C., foi utilizada pelos cristãos, para fugir da perseguição otomana. Havia capelas, dormitórios, refeitórios, manjedouras etc. O alimento era armazenado dentro da cidade, bem como animais vivos, e corpos das pessoas que iam morrendo (eles somente eram enterrados após o final da guerra, no lado exterior). A cidade subterrânea comportava até 3.000 pessoas.

Em seguida, fomos ao Ilhara Valley, 50 km para fora das vilas. É um vale formado por dois cânions, cortado por um rio. Caminhamos por volta de 45 minutos ao longo do rio e passamos em algumas igrejas escavadas na pedra. Almoçamos na beira do rio.

Após o almoço, fomos para Selime, que se trata de um complexo de monastérios cravados nas rochas e pináculos. Alguns dizem que esse foi cenário do filme Star Wars, mas isso não corresponde à realidade.



Por fim, fomos ao Pigeon Valley, também para olhar a vista panorâmica.



Árvore adornada com "olhos turcos", que espantam o mau-olhado.
Voltamos para a agência. Demos mais uma voltinha pela cidade de Goreme, comemos um doce com café e já fomos levados ao aeroporto, em Kaysere. Voltamos para Istambul. 

23/05/12
Acordamos e, após tomar café, fomos dar uma olhada na mesquita em frente ao nosso hotel, chamada Valide Sultan. Apesar de pequena, ela tem o exterior muito bonito, com detalhes talhados em relevos no mármore. Estava fechada para visitação do interior.

Fomos, então, ao Palácio Topkapi.


Cisterna, ao lado de fora das muralhas do Palácio Topkapi

Entrada do complexo Topkapi



















Detalhe do teto da sala dos Conselheiros














Passamos pela Sala dos Conselheiros, onde as decisões eram tomadas; pelo harém; pelos tesouros do palácio, dispostos em galerias. Entre os tesouros, está um diamante gigante, peças em ouro, tronos talhados e marchetados em madre pérola e ouro. 







Harém (detalhe do teto do quarto do sultão)
No harém, vimos os aposentos dos eunucos, aposentos das concubinas, das consortes e da rainha, que levava o título de Sultana Valide. Ela era a autoridade máxima do harém: mandava nas concubinas e nas demais consortes do sultão. As concubinas eram moças escolhidas previamente e deveriam ser bonitas, inteligentes e interessantes. Normalmente eram capturadas em outras vilas. Os bebês que nasciam das concubinas eram considerados príncipes bastardos. Eles tinham uma sala especial no harém, onde recebiam educação sobre os assuntos de estado. Havia, ainda, o quarto em que o Sultão recebia suas concubinas e consortes, o qual continha duas camas com um cabecel talhado em madeira. 

O Palácio de Topkapı foi construído por Mehmet II, o conquistador, logo após a conquista de Constantinopla, em 1453, e foi a residência dos sultões por três séculos. Atualmente o Palácio é dividido em várias salas de exposição com objetos de ouro (tronos, xícaras, talheres, berços, jóias diversas cravejadas em pedras preciosas), prata, cerâmica, miniaturas, roupas e relíquias sagradas para os muçulmanos, como os pêlos da barba e a marca do pé do profeta Maomé.





Em seguida, fomos ao Grand Baazar, o mercado. Compramos várias coisas e foi muito divertido pechinchar. As instalações do bazar também datam da época da conquista otomana (por volta de 1450).





















Saindo de lá, fomos à parte mais nova de Istambul, do outro lado do Golden Horn (pegamos um trem e atravessamos a ponte). Sentamos no café do museu de arte moderna de Istambul (Istambul Modern) e, tomando um vinho rose, pudemos apreciar a excepcional vista do bairro antigo, com seus mosques e palácios. Jantamos lá e provei um delicioso e diferente ravióli de berinjela defumada. Andamos um pouco no calçadão da parte nova, que é repleto de lojas, restaurante e cafés. Voltamos ao hotel.